17 de out de 2017

ESPIRITISMO - PROSÉLITOS

         366 –Como deverá agir o espírita sincero, quando encontre perante certas extravagâncias doutrinárias?
         -À luz da fraternidade pura, jamais neguemos o concurso da boa palavra e da contribuição direta, sempre que oportuno, em benefício do esclarecimento de todos, guardando, todavia, o cuidado de nunca transigir com os verdadeiros princípios evangélicos, sem, contudo ferir os sentimentos das pessoas. E se as pessoas perseverarem na incompreensão, cuide cada trabalhador da sua tarefa, porque Jesus afirmou que o trigo cresceria ao lado do joio, em sua seara santa, mas Ele, o Cultivador da Verdade Divina, saberia escolher o bom grão na época da ceifa.
         367 –É justo que, a propósito de tudo, busque o espiritista tanger os assuntos do Espiritismo nas suas conversações comuns?
         -O crente sincero precisa compenetrar-se da oportunidade, no tempo e no ambiente, com relação aos assuntos doutrinários, porquanto, qualquer inconsideração nesse particular, pode conduzir a fanatismo detestável, sem nenhum caráter construtivo.
         De modo algum se deverá provocar as manifestações mediúnicas, cuja legitimidade reside nas suas características de espontaneidade, mesmo porque o programa espiritual das sessões está com os mentores que as orientam do plano invisível, exigindo-se de cada estudioso a mais elevada porcentagem de esforço próprio na aquisição do conhecimento, porquanto o plano espiritual distribuirá sempre, de acordo com as necessidades e os méritos de cada um. Forçar o fenômeno mediúnico é tisnar uma fonte de água pura com a vasa das paixões egoísticas da Terra, ou com as suas injustificáveis inquietações.


Livro “O Consolador” –  Francisco C. Xavier – Emmanuel – Todos os livros Espíritas como este vendidos em nossa loja terão o lucro repassado à Casa Espírita de Oração Amor e Luz.

16 de out de 2017

COMO VOCÊ INTERPRETA?! – XXIX

Antes de darmos sequência às nossas reflexões sobre os capítulos de “Nosso Lar”, livro de autoria de André Luiz, gostaríamos de fazer uma observação. Não nos esqueçamos de que se, em suas obras anteriores, ou seja, nos demais volumes de sua extraordinária Coleção, o competente autor espiritual escreveu sob o endosso de sua própria vivência além da morte do corpo carnal, e, sobretudo colhendo depoimentos de elevados Mentores da Vida Maior, em “Evolução em Dois Mundos” e “Mecanismos da Mediunidade” (além do maravilhoso “Agenda Cristã”), ele revelou a sua própria capacidade de espírito altamente lúcido. Eis algo que, infelizmente, muitos dos que se referem a André Luiz, com o intuito de minimizar o valor dos livros de sua lavra espiritual, esquecem-se de destacar.
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No capítulo 35 de “Nosso Lar”, intitulado “Encontro Singular”, André Luiz nos relata experiência comovente e altamente instrutiva, semelhante, sem dúvida, a muitas com as quais os desencarnados se defrontam, quando, é óbvio, em desencarnando, têm oportunidade para tanto – porque, a grande maioria daqueles que deixam o corpo na Terra sequer logra oportunidade igual à que André desfrutou, logo que adentrou a cidade espiritual. Até mesmo para estarmos com possíveis desafetos, e pedir-lhes perdão pelo prejuízo que lhes causamos, necessitar ter merecimento.
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Todos os que já tiveram oportunidade de ler “Nosso Lar” sabem que André, no capítulo 35, narra o seu encontro com Silveira, um dos integrantes dos “Samaritanos”. O próprio Silveira, ao vê-lo em “Nosso Lar” surpreende-se com a sua presença lá, posto, talvez, não esperar que André tivesse desencarnado tão cedo.
André sente-se constrangido, de vez que Silveira, junto com a família, tinha sido prejudicado pelo seu pai, que, na condição de agiota, em vista da impossibilidade de que Silveira resgatasse com ele o débito adquirido, o espoliara de todos os bens, deixando-o numa situação econômica muito difícil – então, o referido chefe de família estava doente, com dois filhos igualmente acamados, certamente, à época, vitimados por alguma enfermidade tropical.
A esposa de Silveira havia tentado obter a intercessão da mãe de André junto ao esposo, de nome Laerte, todavia ele não a ouviu, e, encorajado pelo próprio filho ainda muito jovem, levou a cabo a execução da dívida, que, inclusive, levara a senhora Silveira a ficar sem o seu piano. Escreveu o autor espiritual: “Derrotados na luta, os Silveiras haviam procurado recanto humilde no Interior, amargando o desastre financeiro em extrema penúria.”
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Silveira, ao reencontrar André, age cavalheirescamente, e, nem de leve, menciona o desagradável episódio, que, junto a outros equívocos, muito estava custando ao pai de André Luiz, retido em obscuras regiões umbralinas.
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Procurando Narcisa, igualmente sua conselheira nos primeiros tempos de “Nosso Lar”, André, naturalmente avexado, descreve o ocorrido, escutando dela o seu próprio depoimento: “Já tive a felicidade de encontrar por aqui o maior número das pessoas que ofendi no mundo. Sei, hoje, que isso é uma bênção do Senhor que nos renova a oportunidade de restabelecer a simpatia interrompida, recompondo os elos quebrados, da corrente espiritual.”
E, em seguida, ouve-lhe a pergunta: “Aproveitou você, o belo ensejo?” Ante a negativa de André, a simpática Narcisa o incentiva: “Vá, meu caro, e abrace-o de outra maneira. Aproveite o momento, porque o Silveira é ocupadíssimo e talvez não se ofereça tão cedo outra oportunidade.”
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Recordemos aqui a recomendação de Jesus: “Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho...”
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Atitude linda a de Silveira que, quando André o procura, para desculpar-se em seu nome e em nome de seu pai, praticamente nem o deixa terminar de falar, não consentindo que ele prosseguisse se humilhando – repetindo, que bela atitude! Quantos, antes de se disporem a perdoar algum mal entendido, esperam que o pretenso ofensor se humilhe ao extremo!...
*
Terminando, em nossa síntese, Silveira diz a André: “... seu pai foi meu verdadeiro instrutor. Devemos-lhe, meus filhos e eu, abençoadas lições de esforço pessoal. Sem aquela atitude enérgica que nos subtraiu as possibilidades materiais, que seria de nós no tocante ao progresso do espírito?”
*
Pois é, caros internautas, poucas perguntas desta vez, mas, com certeza, a mais incisiva de todas as que aqui já tivemos oportunidade de lhes formular: - Antes de passarem por um constrangimento semelhante ao de André Luiz deste Outro Lado, algum de vocês, se for o caso, já procurou aproveitar “o belo ensejo”?!

INÁCIO FERREIRA – Blog Mediunidade na Internet

Uberaba – MG, 16 de outubro de 2017.

15 de out de 2017

Jesus

    A segunda grande revelação da Lei de Deus, na concepção Kardequiana, foi apresentada por Jesus, o Divino Governador da Terra.
    Segundo o benfeitor André Luiz [Evolução em Dois Mundos]:
    "Com Jesus, a religião, como sistema educativo, alcança eminência inimaginável. Nem templos de pedras, nem rituais. Nem hierarquias efêmeras, nem avanço ao poder humano. O Mestre desaferrolha as arcas do conhecimento enobrecido e distribui-lhe os tesouros."
    Allan Kardec, examinando a Revelação Cristã, lembra que:
    "O Cristo, tomando da antiga lei o que é eterno e divino e rejeitando o que era transitório, puramente disciplinar e de concepção humana, acrescentou a revelação da vida futura, de que Moisés não falara, assim como a das penas e recompensas que aguardam o homem depois da morte."
    Acrescenta Kardec que a filosofia cristã estava sedimentada em uma concepção inteiramente nova da Divindade. Esta já não era mais a concepção de um Deus terrível, ciumento, vingativo, como O apresentava Moisés, mas um Deus clemente, soberanamente bom e justo, cheio de mansidão e misericórdia, que perdoa ao vicioso e dá a cada um segundo as suas obras. Enfim, já não é o Deus que quer ser temido, mas o Deus que quer ser amado.
    Quem é Jesus?
    Lembra o Espírito Emmanuel, que:
    "De forma alguma poderíamos fazer um estudo minucioso da psicologia de Jesus, por nos faltar maturidade espiritual para tanto."
    No entanto, a respeito do Messias, sabe-se que foi Ele o Enviado de Deus, a representação do Pai junto ao rebanho de filhos transviados de seu amor e de sua sabedoria, cuja tutela foi-lhe confiada nas ordenações sagradas da vida no Infinito.
    Diretor angélico do orbe terreno, acompanhou todo o processo de formação da Terra, o primórdio da vida no planeta, e vem seguindo, com a mais extremada atenção, a todos os espíritos que vinculados a este orbe, desenvolvem valores éticos e culturais.
    Mostra Emmanuel que Jesus não pode ser compreendido como um simples filósofo, tendo-se em conta os valores divinos de sua hierarquia espiritual, conseguidos à custa de inumeráveis encarnações em mundos, hoje já inexistentes.
    Esteve encarnado em nosso planeta uma única vez, e tornou-se, na expressão do Codificador, o "modelo e guia para a humanidade", haja vista ter sido Jesus o único Espírito Puro a envolver-se nos fluidos carnais da Terra.
    Os Evangelhos
    A Mensagem Cristã encontra-se distribuída nos quatro evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João), nas Epístolas apostólicas, nos Atos dos Apóstolos e no Apocalipse de João.
    Uma análise crítica dos Evangelhos e das Cartas Apostólicas, leva-nos, naturalmente, ao encontro de algumas passagens pouco aceitáveis, ilógicas ou até mesmo absurdas: "A tentação no deserto", "A expulsão dos vendilhões do templo" e muitos pensamentos colocados na boca de Jesus, não resistem a uma análise racional por encontrarem-se em evidente contradição com os mais elementares princípios da lógica, da justiça e da caridade.
    Estes desencontros evangélicos em nada desmerecem a obra, que é, segundo Kardec, "código universal da moral", mas despertam nossa atenção para alguns detalhes vinculados a ela:
    As Adulterações Involuntárias: Jesus nada escreveu. Acredita-se que as primeiras anotações tenham surgido muito tempo depois da sua morte. Marcos, Lucas e Paulo não chegaram a conhecer o Messias e, portanto, colheram informações de outras fontes. Todos essas evidências levam-nos a acreditar que determinadas colocações apresentadas nos Evangelhos não correspondem à realidade absoluta dos fatos.
    Certamente, ocorreram adulterações involuntárias.
    a) Os Enxertos dos Evangelistas: Notamos, ao examinarmos os Evangelhos, que uma preocupação básica ocupava a mente dos evangelistas: provar que Jesus era de fato o Messias aguardado pelos judeus. Para que a Mensagem cristã viesse a vingar na Palestina, esta ideia deveria prevalecer. Acredita-se então, que algumas passagens da Boa Nova não ocorreram realmente, mas foram acrescentadas às anotações com esse objetivo. "O nascimento de Jesus em Belém", "a hipotética viagem ao Egito", a "Tentação no deserto" e muitas outras passagens teriam sido enxertadas para provar a tese de que Jesus era o Salvador dos Judeus, o Enviado de Jeová.
    b) As Adulterações Posteriores da Igreja: muitas anotações verificadas nos textos bíblicos de hoje não são identificadas nas versões originais, mostrando que foram acrescentadas posteriormente. Para justificar certos dogmas, alguns sacramentos e determinadas práticas religiosas, certos representantes da Igreja, ainda nos primeiros séculos da era Cristã, acrescentaram aos textos originais ideias, princípios e passagens que na realidade não ocorreram.


Apostila Original: Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora - MG

14 de out de 2017

IDEAL E VIDA

Não passes pelo mundo indiferente,
Procura dar sentido à própria vida,
Cumpre com teu dever honestamente,
Valorizando o tempo em tua lida.

Conforta alguém, socorre algum doente,
Fala a palavra amiga e esclarecida,
Serve sempre, porquanto, assim somente,
A vida vale a pena ser vivida.

Toda tarefa é nobre e sem igual,
Quando se elege o Bem por ideal...
Não te perturbe o escuro torvelinho...

Prossegue semeando a gleba imensa,
Nada mais almejando em recompensa
Que flores vicejando em teu caminho!...

Eurícledes Formiga - Blog Espiritismo em Prosa e Verso

(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião do dia 21 de agosto de 1986, na cidade de Uberaba – MG).

13 de out de 2017

IRMÃOS DA MESMA FAIXA

Era um hábito sem pausa...
Fosse ilusão ou capricho,
O médium Joaquim de Souza
Curtia o jogo do bicho.

Não era pessoa falsa,
Não era mau companheiro,
Demonstrava apenas fome
De dinheiro e mais dinheiro.

Na manha de cada dia,
Em pensamento profundo,
Perguntava a Irmão Rosalvo
Que lhe fora irmão no mundo...

- "Que bicho teremos hoje?"
Após ligeiro intervalo,
A voz do irmão respondia:
- "Pegue o camelo e o cavalo."
   
Joaquim seguia o conselho,
Promovia grande aposta:
Depois, vinha o resultado
Grande soma por resposta.

Chegava a manhã seguinte,
Concentrava-se com fé...
- "E hoje?" O irmão sugeria:
- "Pegue a cabra e o jacaré."

Na manhã imediata,
Joaquim regressava à treta:
- "E hoje?" O irmão informava:
- "Pegue o tigre e a borboleta."

Meses e meses passaram...
Joaquim tinha o ouro à vista,
Embora médium, subira
A grande capitalista.

Certa manhã, disse a voz:
- "Joaquim, melhore o seu taco,
Entregue tudo o que tenha
No peru e no macaco."

Joaquim atendeu, de pronto...
Pôs as somas que ajuntara
Nos dois bichos referidos
Que a voz do Além lhe apontara.

Nesse dia, entrou em prova;
Com grande consternação,
Viu que os bichos não vieram,
Vieram gato e pavão.

Joaquim errava, magoado,
Da sala para a cozinha...
Estava pobre... Perdera
A fortuna que detinha.

Ansioso, foi ao quarto,
Entrou em prece e pediu:
- "Irmão Rosalvo, esclareça!...
O que é que você viu?

Atenda! Peço socorro,
Fale, irmão!... Pois estou fraco!...
Por que o gato e o pavão
Sem peru e sem macaco?"

A voz, porém, lhe explicou:
- "Não sou o seu companheiro,
Não sou seu irmão Rosalvo,
Eu sou a mãe do banqueiro..."

Meus irmãos, temos na terra
Um trio de fel e fogo...
Tem três nomes conhecidos:
- Ambição, cachaça e jogo.


Livro: "Agência De Notícias" -  Francisco C Xavier - Jair Presente

12 de out de 2017

Prece

PRECE pelos desencarnados.
A prece não pode mudar os desígnios da Providência; mas, vendo que há interesse por eles, os Espíritos sofredores se sentem menos desamparados; tornam­-se menos infelizes; ela exalta sua coragem, estimula neles o desejo de elevar-se pelo ARREPENDIMENTO E A REPARAÇÃO, e pode desviá-los do pensamento do mal. É nesse sentido que ela pode não só aliviar, mas abreviar seus sofrimentos.

O Espiritismo em sua mais simples expressão - Allan Kardec.

11 de out de 2017

VISITAS ESPÍRITAS VOLUNTÁRIAS

Questão 416 do Livro dos Espíritos

O Espírito tem uma postura quando no corpo; entretanto, ao tornar-se livre da matéria, dentro da sua parcialidade, ligado apenas pelo cordão fluídico, ele pode pensar de outra forma, desde quando seja alma elevada. Por exemplo: se, quando se movendo no corpo, ele deseja fortemente encontrar-se com alguém no plano do Espírito, ao entrar no transe do sono, mais livre, ele pode não se interessar mais pela ideia preconcebida. Mas, quando é um Espírito envolvido nas paixões inferiores da carne, em estado de sono pode se encontrar com companheiros das mesmas ideias, ou piores ainda.
Há pessoas que concentram os pensamentos para encontros no mundo dos Espíritos, e confabulações com tais e quais entidades; no entanto, isso depende de muitas condições, não somente dos pensamentos que firmam em sua mente. E o direito dos Espíritos com quem desejam se encontrar? Se eles se encontram em planos superiores, o trabalho é constante em suas vidas, e só atendem aos pedidos se quiserem, por serem superiores aos que os chamam. Também pode ocorrer que, não comparecendo aquele a quem se chama, Espíritos brincalhões assumam sua aparência e façam sua festa costumeira. Para trabalhar, poucos se oferecem; para brincar, existem muitos candidatos.
Tudo é sintonia. Para onde pendermos nossa mente, do modo que pensamos e vivemos, encontraremos companhias do mesmo quilate no plano do Espírito. Somos atraídos para onde pender o coração, e quanto mais forte for a tendência, mais nos reuniremos com os nossos iguais.
Concitamos os irmãos que ainda se encontram revestidos da carne, para procurarem escolas de educação espiritual, para cada vez mais limparem dos sentimentos as paixões inferiores, que elas têm a força de os conduzirem aos planos mais baixos do umbral. Lá, encontrarão Espíritos que pensam e agem em estado bem pior do que os encarnados. Ali se processa a festividade dos sentimentos degradados. Eles dormem no mal e desconhecem os valores imortais do bem; pensam que enganam a vida e nunca cogitam da existência de Deus. Porém, enganam-se a si mesmos e a cada momento que passa, seus corpos espirituais vão ficando mais lerdos, a circulação de energias mais difícil e em muitos casos ocorre um endurecimento nos centros de forças espraiados nos corpos sutis que revestem o Espírito. Quando esses Espíritos voltam à Terra, encontram em seus destinos o chamado carma, que lhes cobra tudo até o último ceitil, no dizer do Evangelho.
Jesus, quando curava os doentes do corpo, entregava a eles o material divino para a cura da alma, que somente eles mesmos deviam fazer.
É o curar a si mesmo.
Todo material de cura que existe na Terra, mesmo os espirituais, são paliativos, porque a verdadeira cura vem de dentro da alma: são as mudanças de vida e a obediência às leis naturais. Fora disso, é sofrer as consequências dos seus feitos incorretos.
A dor é, em toda parte, uma descarga das forças selvagens entranhadas no mundo da alma; no entanto, ao sofrer, o Espírito muda de ideias, procurando sempre melhorar espiritualmente. Se não melhorar, a dor continua até modificar seus sentimentos. Podem-se diminuir as dores e até não sofrê-las, se entendermos que a dor é a mestra. Desde quando se procura fazer o que ela vem ensinar, cessa sua necessidade nos nossos caminhos.

Livro: Filosofia Espírita – João Nunes Maia – Miramez - Todos os livros Espíritas como este vendidos em nossa loja terão o lucro repassado à Casa Espírita de Oração Amor e Luz.