21 de dez de 2014

O que você vai oferecer de presente para Jesus?

Então é quase Natal...
Luzes se acendem aqui e ali.
Pessoas se enchem de boa vontade.
Algumas se reúnem para fazer o bem.
Outras se preocupam com o próximo.

Mas a grande maioria pensa mesmo é na sua festa.
Na comilança, bebidas aos montes, diversão...

Então é quase Natal...
O aniversariante vai aparecer na sua casa?
Se aparecer vai ver o que?
Vai comer o peru que deixaram,
os restos do bacalhau e tomar um pouco da bebida que milagrosamente escapou?

O que você vai oferecer para Jesus neste Natal?
Suas mãos que serviram sopa nas madrugadas o ano todo?
Seus pensamentos que ajudaram tantas pessoas pela motivação que trazem?
Seu sorriso que sempre está no seu rosto, haja o que houver?
Seus ensinamentos que ajudam jovens a encontrar caminhos?
Suas dúvidas que ajudam a obter respostas que outros se utilizam?
Sua certeza que motiva.
Sua fé que espalha boas novas como semente.
Suas atitudes que mostram o que você pensa e fala.
O que você vai oferecer para Jesus neste Natal?

Espero que não seja um vexame de bebedeira que se repete faz tempo, nem o vazio de quem não acredita em mais nada.
Espero que pelo menos um abraço, um olhar de admiração e aquele convite especial:
- Fica conosco Jesus.
Feliz Natal

____________________
Paulo Roberto Gaefke

20 de dez de 2014

VERSOS NATALINOS

Não haverá para o mundo,
Paz real e duradoura,
Fora da paz que floresce
No Jardim da Manjedoura.
*
Quem abraça no Evangelho
O seu maior ideal,
De cada dia do ano
Faz um dia de Natal.
*
No Natal, ninguém se esqueça
De cumprir com o dever,
Pois se muito se tem feito,
Muito há por se fazer.
*
O Natal em si revela
Que este mundo, a toda gente,
Apenas com Jesus Cristo
Poderá ser diferente.
*
Natal... Um pobre pedinte,
Esmolando sob a cruz,
Mostrou, estendendo as mãos,
Os tristes sinais da cruz.
*
Sem Jesus Cristo no leme,
Por onde há navegado,
A Terra, uma nau sem rumo,
Já teria naufragado.
*
Natal é tempo de paz
E de amor incontroverso,
Que faz na Terra pulsar
O coração do Universo.

Eurícledes Formiga
(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião do Lar Espírita “Pedro e Paulo”, na manhã de domingo do dia 14 de dezembro de 2014, em Uberaba – MG).

19 de dez de 2014

PASSES

Percebendo-me o espanto, Anacleto explicou: - Nosso esforço é também educativo e não podemos desconsiderar a dor que instrui e ajuda a transformar o homem para o bem. Nas normas do serviço que devemos atender, nesta casa, é imprescindível ajuizar das causas na extirpação dos males alheios. Há pessoas que procuram o sofrimento, a perturbação, o desequilíbrio, e é razoável que sejam punidas pelas conseqüências de seus próprios atos. Quando encontramos enfermos dessa condição, salvamo-los dos fluidos deletérios em que se envolvem por deliberação própria, por dez vezes consecutivas, a titulo de benemerência espiritual. Todavia, se as dez oportunidades voam sem proveito para os interessados, temos instruções superiores para entregá-los à sua própria obra, a fim de que aprendam consigo mesmos. Poderemos aliviá-los, mas nunca libertá-los.
Depois de ligeira pausa e sentindo que eu não me atreveria a interromper-lhe os preciosos ensinamentos, Anacleto prosseguiu:
- Este homem, não obstante simpatizar com as nossas atividades espiritualizantes, é portador dum temperamento menos simpático, por extremamente caprichoso. Estima as rixas freqüentes, as discussões apaixonadas, o império de seus pontos de vista. Não se acautela contra o ato de encolerizar-se e desperta incessantemente a cólera e a mágoa dos que lhe desfrutam a companhia. Tornou-se, por isso mesmo, o centro de convergência de intensas vibrações destruidoras. Veio ao nosso grupo em busca de melhoras, e, desde há muitas semanas, buscamos orientá-lo no serviço do amor cristão, chamando-lhe a consciência à prática de obrigações necessárias ao seu Próprio bem-estar. O infeliz, porém, não nos ouve. Adquire ódios com facilidade temível e não percebe a perigosa posição em que se confina. Freqüenta-nos há pouco mais de três meses e, durante esse tempo, já lhe fizemos as dez operações de socorro magnético integral, alijando-lhe as cargas malignas, não só dos pensamentos de angústia e represália que ele provoca nos outros, mas também dos pensamentos cruéis que fabrica para si. Agora, temos de interromper o serviço de libertação, por algum tempo. A sós com a sua experiência forte, aprenderá lições novas e ganhará muitos valores. Mais tarde, receberá, de novo, o socorro completo.
 

Livro: Missionarios da Luz - Francisco C. Xavier - Andre Luiz

18 de dez de 2014

Esperança Ativa


Constam nos livros sagrados que a espera é algo santo. O homem que sabe esperar encontrará o reino dos céus. A espera anunciada nos Evangelhos não se trata de uma espera passiva, isso não, a espera que encontramos nos livros sagrados é uma espera atuante, cheia de realizações.
Quem acha que esperar sem nada fazer é algo positivo está enganado. Jesus falou que deveríamos fazer a nossa parte que o Pai faria a parte dele, isto é, que deveríamos esperar a vontade do Criador se manifestar em nossas vidas, mas, enquanto isto não acontecesse, deveríamos atuar bravamente no objeto de nossa realização.
Algo fundamental no ato da espera é confiar em Deus. A espera sábia é aquela que confere a Deus o desejo final de sua realização ou não. Ora, se Deus Pai sabe o que é melhor para cada um de seus filhos devemos submeter a Ele o que estamos querendo, pois se for o melhor para a nossa vida há de se realizar, caso contrário, que se disperse com o tempo.
Ficar esperando algo acontecer simplesmente porque fez um pedido e nada fazer é transferir para o Alto toda a responsabilidade por aquilo. Você tem que merecer, você tem que conquistar, logicamente se tudo que deseja esteja nos planos de Deus.
A espera paciente é aquela que não se desespera com a demora, isto porque, mesmo sendo algo desejável pelo Pai, pode ser que o momento adequado para aquilo se realizar não seja o esperado por nós, tem que estar vinculado, naturalmente, ao tempo de Deus.
O tempo de Deus tem sabedoria própria e não está vinculado ao que acontece na Terra. Explico melhor. Se algo deve ocorrer em determinada data e você pede que assim seja, Deus é que vai saber se o melhor é naquele momento mesmo, se não acontecer você vai achar que Deus não escutou as  suas súplicas, quando na verdade Ele apenas adiou para que fosse no tempo ideal.
Outro fator importante na espera é deixar tudo, absolutamente tudo, nas mãos de Deus.
Esperança, porém, na maioria das vezes, é acompanhada da fé. Fé que vai se materializar. Fé que aquilo é possível de acontecer. Fé de entrega para a manifestação da vontade do Pai.
Fé e esperança, duas irmãs gêmeas do desejo humano que devem ser tratadas com muito carinho para evitar atropelos nas vidas das pessoas.
Pense nisso que escrevi com a minha esperança que tudo vai acontecer no tempo bom, se for o melhor para você.
Que Deus nos abençoe!
Helder Camara

17 de dez de 2014

O SOLDADO E O GENERAL

Questão 277 do Livro dos Espíritos

O general de qualidades morais inatacáveis, ao encontrar com seus soldados no mundo espiritual, pode continuar a orientá-los, para a verdadeira guerra, que se trava no campo de batalha interno. Como no caso de Napoleão Bonaparte, Espírito de alta esfera, que no mundo espiritual continua a comandar os que queiram seguir seus conselhos na guerra consigo mesmo. Os inimigos combatidos por ele no plano que habita são os inimigos internos, muito piores que aqueles que pensamos ter nas lutas que travamos na Terra.
Por outro lado, o general de instintos inferiores, que tem prazer em massacrar os prisioneiros, que se compraz em matar seus irmãos em lutas, que usurpa os bens dos derrotados, que não olha as conseqüências das guerras, sem procurar amenizar os distúrbios entre as famílias dos falecidos nas batalhas, esse, em muitas ocasiões, ao passar para o mundo dos Espíritos, pode estar bem abaixo dos seus comandados e precisar deles para o guiarem, devido a sua cegueira no plano espiritual. É, pois, rebaixado a soldado, ainda mais, de péssima categoria, porque o seu orgulho o impede de receber melhores socorros.
O título nada vale quando não é bem compreendido; o que vigora é a força moral, emblema divino que brilha como o sol no centro d'alma. As posições são efêmeras, somente para marcar um ponto na disciplina do que obedece, e servem para ele de educação, correspondendo à obediência. Quem obedece ganha muito, se sabe obedecer.
Há muitos meios de se comandar sem desprezar o valor humano, e as forças armadas têm muitos exemplos de grandes comandantes que conheciam o momento da energia e a hora da ponderação, e mesmo da amizade. O mundo está mudando, mesmo sem que certos homens percebam. A natureza é paciente, mas, não pára, e está sempre aperfeiçoando os métodos de educação juntamente com o saber.
Quando os homens notarem esse milagre do progresso moral, podem ajudar na sua aceleração, de modo que os beneficiados serão eles mesmos em todas as faixas de vida. Todos somos soldados de Deus; general, somente Cristo o é, e Ele busca constantemente em Deus todo o Seu saber e força para nos comandar.
O orgulho de vestir uma roupa diferente e ter estagiado em escolas melhores não nos leva a nada, quando o coração esquece a caridade e o amor. Todos somos iguais aos olhos do nosso Pai.
Os diferentes planos nos quais nos posicionamos, não nos conferem vaidade nem prepotência e, sim, mais amor; aquele que mais amar, mostrará que é superior aos que desconhecem a verdade.
Devemos ser generais de nós mesmos, lutando contra as nossas inferioridades, porque quando deixamos as batalhas exteriores, começamos as de dentro, que são bem mais difíceis de serem vencidas. As armas que usamos conosco mesmos devem ser a disciplina dos nossos impulsos, a correção das nossas faltas e, para com os outros, usemos o amor e a benevolência, a caridade e o perdão. Quando todos conhecerem essa tática sideral de iluminação, o mundo e a humanidade se confundirão nas claridades de Deus, que usa sempre o Cristo para nos dizer:
Levantai e andai!
 

Livro: Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez

16 de dez de 2014

REENCARNAÇÃO PARA “ADULTOS” – PARTE IV


Antes que nos disponhamos a comentar a matéria desta semana, solicitamos vênia aos nossos distintos leitores para deixar uma pergunta no ar: não nos parece, no mínimo, curioso, que somente João, o Evangelista, tenha registrado o diálogo de Jesus com Nicodemos, e, posteriormente, a Sua promessa em relação ao advento do Consolador, que é o Espiritismo?! Por que os demais Evangelistas, Mateus, Marcos e Lucas, não se referiram a assuntos de tamanha transcendência tratados pelo Divino Mestre?! Algo não nos induz a pensar que João, o discípulo amado, seria a reencarnação de Allan Kardec, o Codificador, que, segundo tudo nos leva a crer, fora a única testemunha auricular de tais ensinamentos?!
Assim posto, passemos, rapidamente, a analisar o diálogo de Jesus com Nicodemos, considerado um dos principais dos judeus, e que admitia a Jesus na condição de “Mestre vindo da parte de Deus”, afirmando, em seguida, que: “... porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele.”
Interessante é que a palavra de Jesus a Nicodemos, sobre o tema da Reencarnação, soa espontaneamente – sem que fosse especificamente questionado, Jesus escolheu falar a ele a respeito das Vidas Sucessivas: “Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”
Claro, não poderia ver o reino de Deus nos mundos além e, tampouco, sobre a Terra, onde, infelizmente, ele ainda não se estabeleceu.
Na sequência daquele intrigante entendimento verbal, a pergunta formulada pelo famoso doutor da lei, evidencia que, de fato, estavam tratando, em seu sentido clássico, da Lei da Reencarnação: “Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez?”
Na resposta a Nicodemos, o Cristo não negou semelhante possibilidade, admirando-se que, na condição de teólogo, ele não compreendesse a natureza do processo reencarnatório: “Tu és mestre em Israel, e não compreendes estas cousas?”
Ambos não estavam falando a respeito do sentido figurado do“nascer de novo”, pois a questão formulada por Nicodemos era clara: “Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez?”
Cremos que o texto-chave para melhor compreensão daquilo a que Jesus se referia, esteja nas seguintes palavras, inseridas no versículo 5, do capítulo 3, do Evangelho de João: “Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do espírito, não pode entrar no reino de Deus.” A referência ao renascimento físico e moral está evidente. Toda vida sobre a face da Terra vem da água – sem água a vida no orbe terrestre se revela impossível. O Cristo, portanto, como muitos alegam, não estava se reportando à questão do batismo... “Nascer da água” significa tornar a entrar no ventre materno, em novo renascimento, com o novo corpo em formação a desenvolver-se no líquido amniótico! Adão fora feito a partir do limo da terra, pela junção da terra com a água, vulgarmente denominada “lodo”! O corpo é mais água do que qualquer outro elemento material...
“Quem não nascer da água e do espírito” – eis a sequência lógica do processo evolutivo: renascimento físico ensejando o renascimento espiritual!
Surpreso diante da revelação, o sábio doutor da lei, que, não obstante, havia feito a Jesus pergunta de criança, ouviu Dele a advertência: “Se tratando de cousas terrenas não me credes, como crereis, se vos falar das celestiais?”
Em outras palavras: Nicodemos não estava pronto para compreender a Reencarnação nem mesmo em seu processo mais simples, que ocorre sobre a Terra, e em orbes similares, quanto mais para o entendimento da Reencarnação em toda a complexidade que a envolve, em seus mecanismos nos Mundos Superiores!
Por tal motivo, ante o assunto de que temos tratado nas últimas semanas, nada nos resta se não tomar por empréstimo as divinas palavras proferidas pelo Senhor ao simpático doutor da lei: “Em verdade, em verdade te digo que nós dizemos o que sabemos e testificamos o que temos visto, contudo não aceitais o nosso testemunho.”
Foi como se o Mestre lhe tivesse dito: assim sendo, nada posso fazer...

INÁCIO FERREIRA
Uberaba – MG, 15 de dezembro de 2014.

15 de dez de 2014


A Luta pela Verdade

A verdade há sempre de imperar. Pode demorar para se revelar, mas um dia ela chega inevitavelmente e põe tudo no seu devido lugar.
Há pouco, nesta semana, a Comissão da Verdade sobre os crimes praticados nos tempos da ditadura militar no Brasil entregou seu relatório final à presidência da República.
Vi com muito entusiasmo o restabelecimento da verdade. Ali, naquele relatório, estava contido a verdade escondida, a verdade não revelada. O pior é que no tempo que elas ocorriam parecia que nada estava acontecendo. Era uma hipocrisia total. Gente desaparecendo e não mais se tendo qualquer notícia e o governo instalado, com a maior cara de pau, anunciando que nada tinha a ver com os casos.
Foram tempos difíceis que a memória teima em não apagar. E não deve. Os jovens de hoje precisam ficar sabendo de tudo que aconteceu naquela época para mais tarde evitar que aquilo venha a se repetir.
Fiquemos em alerta com qualquer tipo de golpe, venha de qual lado vier, isto porque muitos que posam de bonzinhos hoje só esperam o momento ideal para poder exercer a sua tirania, é sempre assim.
Todos os governos autoritários da história democrática passaram como guardiões dos interesses do povo e massacravam qualquer opinião contrária, tudo aquilo que fosse de encontro com os "interesses nacionais".
Conheço bem esta história com o que era narrado pela ditadura militar como a segurança nacional. Pela segurança nacional tudo se podia, tudo se devia, estava até acima de Deus, vejam só.
Aos desaparecidos a minha solidariedade irrestrita. Neste ponto a Igreja foi altiva. Mesmo aqueles padres considerados como conservadores viam que havia muita injustiça em jogo. Não se tratava somente de se instalar o não ao comunismo no Brasil, mas do conjunto de atrocidades que se fazia em nome deste perigo iminente. Verdadeira operação policial sem qualquer escrúpulo.
Do lado de cá da vida, vejo muita gente arrependida e outras tantas ainda defendendo os mesmos ideais. O tempo não passa para a maioria delas, devido ao impacto negativo que lhes causaram o golpe militar de 1964 e todas as suas naturais consequências arbitrárias.
Foram pessoas que lutavam por um vida melhor pelo seu País, poderiam até estar equivocadas nos princípios que evocavam, mas não era daquele jeito que se deveria atuar, violência jamais, mas no embate democrático das ideias. O problema é naqueles tempos a paranoia norte-americana e da União Soviética, a chamada "Guerra Fria", contaminava negativamente a tudo e a todos. Para quê? Para dar em nada, pois os dois modelos se mostraram falidos para o enriquecimento de todo o povo e para a melhoria das condições sociais e humanas.
Pois bem, a verdade é que o saldo final é que ninguém saiu ganhando. A radicalização, em momento algum, é fértil. Muitos morreram, outros foram expulsos do País, numa ferocidade enorme. Todos perderam.
Os militares que aqui chegam e foram os responsáveis diretos por estes atos respondem a "tribunais" por aquilo que fizeram. A verdade se dá, nestes ambientes de justiça que não são divinas, de maneira muito crua e cruel, muitas vezes. Inimaginável dizer as penas que muitos recebem depois do julgamento final dos justiceiros dos além.
Bom mesmo é amar, este sim o verdadeiro regime a ser implantado na terra, trazido por Jesus, e que não há de cessar jamais o nosso desejo e a nossa luta de verem presentes no dia a dia das pessoas.
A grande revolução pelo amor aguarda a nossa ação de fé e realização. Ajamos logo, transformemos este País a partir da nossa transformação individual. A maior das revoluções nos espera com ações concretas e destemidas, quais foram daqueles jovens e idealistas dos anos 60, 70 e 80 que presenciei de perto.
Abaixem as armas, acabem de vez com a violência e, em seu lugar, implantemos o reino de Deus proclamado por Jesus há dois mil anos. Engajemo-nos imediatamente como ativistas da revolução pelo amor.

Em paz,
Helder Camara